Papel de parede é item de destaque na decoração e arquiteta explica passo a passo da escolha

Papel de parede por Priscila Tressino

Uma boa decoração envolve diversos itens, como luz, cores, móveis, e até mesmo o papel de parede. Este elemento é um grande pedido de clientes atualmente, além de ponto de destaque em ambientes da casa, de acordo com a arquiteta Priscila Tressino do escritório PB Arquitetura.

Antes mesmo de escolher o modelo do papel de parede, é importante preparar a estrutura para que a durabilidade seja maior, consertando locais com umidade e infiltração. “A parede deve estar limpa, lisa e seca”, indica Priscila.

Depois disso, deve-se ter as medidas de altura e largura para calcular a quantidade de rolos necessária. Então utiliza-se a cola própria para instalação, de acordo com o tipo de papel.

Existem diversos tipos de papel de parede, como o tradicional composto de celulose. Eles são como papel comum, por isso necessitam de paredes regularizadas e lisas, pois, segundo Priscila, não disfarçam imperfeições. Em relação a preço eles são mais em conta, porém são mais frágeis e não toleram contato com água e umidade.

Os vinílicos são fabricados em PVC e com superfície de vinil. “Eles são a nova geração, aceitam melhor a umidade e são muito práticos de limpar. Além disso, são resistentes e laváveis com pano úmido e detergente neutro”, explica a arquiteta.

Também existe a opção dos emborrachados, que podem ter relevos com efeito 3D, eles também possuem durabilidade maior e facilidade na limpeza.

Finalizando, há a alternativa de adesivos e faixas, estes não cobrem a parede inteira. “Eles dão um toque todo especial. Em lojas especializadas podem ser personalizados com fotos, estampas, logomarcas entre tantas outras possibilidades. Aceitam ser aplicados em vidros, portas, eletrodomésticos e armários”, ressalta a empresária.

Além de todas essas opções, os papéis de parede também podem ser combinados com tecidos e fibras naturais, como seda e palha.

Passada a variedade de tipos, entra-se na imensidão de cores e estampas que precisam participar do contexto de todo o ambiente. “Gosto de ver o papel de parede como ponto de destaque. Escolha o local que terá maior visibilidade e faça a composição complementar com a cor das outras paredes, da cortina, do tapete, dos móveis, etc. deixando que ele tenha o foco principal.

Estampas florais são mais românticas e femininas, os geométricos são mais modernos. Quando listrados, em ambientes pequenos, aplicados na horizontal, dão a impressão de ampliar as paredes. Os temáticos são mais recomendados para quartos infantis”, finaliza a arquiteta.

Contato:
PB Arquitetura
(11) 2311-1178
http://pbarquitetura.com.br

 


voltar

[voltar]