Daniela Funari revela que a biofilia na decoração ganha força em 2026 com soluções inovadoras que transformam apartamentos urbanos em refúgios naturais por meio de jardins verticais e plantas pendentes

 

Biofilia na decoração coloca a natureza como protagonista

A biofilia na decoração integra elementos naturais aos espaços internos por meio de jardins verticais, plantas pendentes e sistemas automatizados, promovendo bem-estar e reconexão com a natureza em ambientes urbanos.


Tendência sustentável ganha força em 2026

A biofilia na decoração segue como uma das principais tendências para os projetos residenciais de 2026, promovendo o bem-estar através da conexão com a natureza em casa. Segundo a arquiteta Daniela Funari, essa abordagem vai além da estética, tendo como objetivo central fortalecer a qualidade de vida física e mental dos moradores através da presença marcante de elementos naturais nos espaços internos.

O conceito que reconecta as pessoas com a essência natural

Em um cotidiano cada vez mais urbano, trazer o verde para o interior dos projetos residenciais tornou-se um meio essencial de reconectar os seres humanos com a essência natural da vida. A arquitetura de interiores define essa ligação sensorial como biofilia, um conceito que trata do vínculo entre a natureza e as pessoas.

A etimologia da palavra vem do grego bios (vida) e philia (amor/afeição), significando literalmente “o amor à vida”. Para Daniela Funari, essa definição se traduz na realização de projetos que promovem uma ligação prática e respeitosa com o meio ambiente, fazendo com que a presença da natureza ocupe um lugar de destaque. Esse resgate acontece através da inserção de plantas, do uso de materiais naturais e de paletas de cores que favorecem a conexão inata que existe entre os seres humanos e a natureza.

Jardins verticais e a sofisticação tecnológica

Um dos exemplos de relevância contínua da biofilia nos projetos de interiores faz referência à inserção de jardins verticais, que normalmente ocupam um trecho de uma parede e transformam as plantas em protagonistas do ambiente. Para a profissional, esse recurso está longe de sair de moda e, pelo contrário, ganha novas potencialidades com o avanço da tecnologia.

Os sistemas de rega automatizada são tão sofisticados atualmente que controlam até a umidade do solo, facilitando a manutenção e garantindo o desenvolvimento saudável das espécies.

Biofilia na decoração / Fotografia Mariana Camargo

Soluções verdes para a vida em apartamento

De acordo com Daniela Funari, morar em apartamento deixou de ser um empecilho para quem quer desfrutar das sensações que o natural desperta. Essa atmosfera não está mais restrita àqueles que vivem em casas com quintais ou áreas externas.

O desejo de ter um cantinho com plantas é um pedido recorrente dos clientes que a arquiteta atende no escritório. Diante de cada projeto, ela analisa a viabilidade de jardins verticais, canteiros próximos às janelas ou a disposição estratégica de vasos com espécies variadas.

Plantas pendentes: explorando a verticalidade dos espaços

Outra possibilidade interessante é explorar a altura dos ambientes com espécies pendentes, aquelas que crescem em cascata por possuírem um caule mais flexível. Entre as opções estão a flor-de-maio, dinheiro em penca, jiboia, samambaia e a dedo de moça.

Para acomodar essas plantas, a inserção de armários suspensos ou prateleiras em serralheria são boas alternativas que permitem que toda exuberância da folhagem recaia pelo ambiente. Além da serralheria, é possível incluir essas espécies em estantes, prateleiras e até em armários superiores de banheiros, demonstrando a versatilidade desse recurso decorativo.

O vínculo afetivo com as plantas

A inclusão da natureza nos projetos também pode acontecer com um olhar mais afetivo, especialmente quando as espécies oferecem significados especiais para os moradores. É muito comum que as pessoas tenham um carinho particular por suas plantas e flores favoritas, e isso deve ser incentivado pelos profissionais de arquitetura. Dessa forma, o cultivo se transforma em uma atividade prazerosa que fortalece ainda mais a conexão entre os moradores e o ambiente natural dentro de suas próprias casas.

 

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Estratégias Projetuais e Dimensões da Biofilia Contemporânea

#Integração espacial entre ambiente construído e elementos orgânicos

A incorporação de elementos naturais nos espaços internos representa uma resposta arquitetônica relevante à crescente desconexão urbana com o meio ambiente. As estratégias projetuais mencionadas demonstram uma compreensão adequada dos princípios biofílicos, que vão além da simples ornamentação vegetal para estabelecer uma genuína interface entre arquitetura e natureza.

A utilização de jardins verticais como dispositivos de integração espacial exemplifica a evolução das soluções compositivas que transformam planos verticais em superfícies vivas, criando camadas perceptivas que ampliam a experiência sensorial dos usuários.

#Inovação tecnológica aplicada aos sistemas de manutenção verde

A automação dos sistemas de irrigação representa um avanço significativo na viabilização de projetos biofílicos em ambientes urbanos. Essa sofisticação tecnológica elimina barreiras operacionais que historicamente limitavam a inserção de vegetação em espaços interiores, democratizando o acesso a ambientes naturalizados.

O monitoramento automatizado da umidade do solo evidencia como a convergência entre arquitetura e tecnologia pode resolver questões pragmáticas de manutenção, fundamentais para a longevidade das intervenções paisagísticas indoor.

#Plasticidade compositiva e exploração da verticalidade

A proposição de espécies pendentes como recurso de design revela uma exploração consciente da tridimensionalidade espacial. Ao utilizar a gravidade como aliada compositiva, essas soluções aproveitam planos negligenciados do ambiente construído, transformando elementos funcionais como prateleiras e estruturas em serralheria em suportes para composições orgânicas dinâmicas.

Essa abordagem demonstra sensibilidade projetual ao considerar não apenas o posicionamento horizontal das espécies, mas também o potencial expressivo dos volumes suspensos que modificam a percepção espacial através do movimento e da organicidade das folhagens.

#Dimensão afetiva e apropriação do espaço doméstico

O reconhecimento da dimensão emocional na seleção de espécies vegetais transcende aspectos meramente estéticos, incorporando valores subjetivos que fortalecem o vínculo entre habitantes e ambiente. Essa abordagem humanizada do projeto arquitetônico considera a apropriação afetiva do espaço como componente essencial do bem-estar habitacional, legitimando escolhas pessoais que transformam o cultivo em prática terapêutica cotidiana.

 

Contato:
Daniela Funari Arquitetura
https://arqbrasil.com.br/12259/daniela-funari-arquitetura/

 


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